A isenção do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) é um dos benefícios fiscais mais procurados pelos compradores, especialmente com as recentes medidas de apoio aos jovens e para imóveis de valores mais baixos. No entanto, o que muitos proprietários ignoram é que este benefício é condicional e pode ser revertido pela...

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Quando planeamos a compra de uma casa, o valor de venda é apenas o ponto de partida. Em Portugal, a aquisição de um imóvel acarreta custos adjacentes que, muitas vezes, apanham os compradores desprevenidos. Para um imóvel de 300.000€, a "fatura" dos custos iniciais pode ultrapassar os 45.000€.
No momento de comprar um imóvel inserido num prédio, as atenções centram-se quase sempre na fração: o estado de conservação, a vista ou o valor do crédito. No entanto, existe um fator externo que pode comprometer a sua segurança financeira: o estado das contas do condomínio.
O IMT é frequentemente a maior "fatia" dos custos iniciais na compra de um imóvel em Portugal. No entanto, por ser um imposto progressivo, muitos compradores sentem dificuldade em prever o valor exato a pagar. Compreender como este imposto funciona é essencial para um planeamento financeiro sólido.
A assinatura do Contrato Promessa Compra e Venda (CPCV) e a respetiva entrega do sinal são momentos críticos em qualquer transação imobiliária. Para quem depende de financiamento bancário, este passo não deve ser dado sem a inclusão de uma cláusula resolutiva.
No atual mercado imobiliário, onde a procura supera largamente a oferta, não é raro surgirem situações em que, após a assinatura do Contrato Promessa Compra e Venda (CPCV), o vendedor tenta recuar por ter recebido uma proposta superior. No entanto, o direito português é muito claro quanto à proteção do comprador nestes cenários.
No atual panorama financeiro em Portugal, a Taxa de Esforço continua a ser o indicador fundamental que dita a viabilidade de qualquer pedido de crédito habitação. Atualmente, e seguindo as diretrizes macroprudenciais do Banco de Portugal, o teto máximo regulamentar para a generalidade dos novos contratos está fixado nos 50%.
No momento de avançar para a compra de uma casa com recurso a financiamento bancário, a atenção dos compradores divide-se, habitualmente, entre as simulações de prestação, as taxas de juro (Fixa, Mista ou Variável) e os seguros obrigatórios. No entanto, existe uma componente documental e jurídica que corre em paralelo e que assume um papel vital na...
Para muitos jovens e famílias em Portugal, o fiador foi a "chave" que permitiu abrir a porta da casa própria. Num mercado exigente, a garantia extra dos pais ou familiares foi, muitas vezes, a única forma de obter a aprovação do banco. Mas o que era uma solução temporária pode tornar-se um fardo emocional e financeiro para todas as partes...









